Talvez você tenha chegado aqui procurando alguma coisa.
Ou talvez só tenha chegado.
O Solitude nasceu como um lugar para ficar um pouco.
Sem a obrigação de sair daqui melhor, mais produtivo, mais motivado ou com todas as respostas. Porque nem toda pausa precisa servir para alguma coisa. Às vezes, a gente só precisa de um lugar onde possa pensar sem tanta pressa.
Por aqui existem histórias, reflexões, receitas, projetos que levam tempo, alguns tsurus de papel e muitas conversas sobre aquilo que normalmente atravessa os nossos dias: expectativas, recomeços, perdas, escolhas, cansaço, tempo, felicidade e todas essas coisas que a gente tenta entender enquanto vive.
Não tenho respostas para tudo.
Na verdade, provavelmente tenho mais perguntas.
E talvez seja justamente essa a ideia.
Quem está por trás daqui?
Meu nome é Paula.
Sou a pessoa que escreve, dobra, cozinha, inventa projetos, começa coisas, abandona algumas, recomeça outras e transforma parte do que pensa em palavras por aqui.
O Solitude não nasceu porque eu descobri como viver.
Nasceu porque eu também estou tentando descobrir.
Algumas coisas que você encontrar aqui podem fazer sentido para você. Outras provavelmente não. E tudo bem.
Não quero ensinar ninguém a viver.
Quero apenas colocar algumas ideias sobre a mesa e perguntar:
o que você pensa sobre isso?
Então pegue sua xícara de café ou chá.
Fique um pouco.
Leia alguma coisa.
Pense.
Discorde.
Volte outro dia, se quiser.
O Solitude é isso: um lugar para conversar enquanto a vida acontece.