Enquanto o Café Esfria,  A sorte que eu achava ter

A sorte que eu achava ter

Todos nós carregamos uma história que usamos para explicar por que a vida tomou determinado rumo. Às vezes chamamos essa história de destino. Outras vezes, de azar. Eu a chamava de sorte. 

Durante muito tempo, acreditei que existiam pessoas destinadas a vencer e outras destinadas apenas a assistir aos sonhos dos outros se realizarem. Era mais fácil acreditar nisso do que encarar as minhas próprias escolhas.

Esta história não pretende ensinar fórmulas para uma vida melhor, nem prometer respostas prontas. Ela é apenas um convite. Um convite para olhar para dentro, revisitar crenças que talvez tenham acompanhado você desde a infância e refletir sobre quantas delas ainda fazem sentido.

Se, ao terminar a leitura, você perceber que talvez a sorte nunca tenha sido a protagonista da sua história, então estas páginas já terão cumprido o seu propósito.

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